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Israel declara guerra e quase 400 mortos são confirmados

Pela menos 382 mortes já foram confirmadas após o ataque contra Israel nesse sábado (07). O bombardeio, lançado a partir da Faixa de Gaza, dominada pelo movimento islâmico palestino Hamas, deixou 150 vítimas em Israel e 232 na Faixa de Gaza, em uma retaliação israelense.

A situação levou o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, a declarar que o país está em guerra, ordenando uma ampla mobilização dos reservistas e prometendo que o “inimigo pagará um preço sem precedentes.”

A eclosão da violência começou com uma onda de foguetes lançados de vários pontos da Faixa de Gaza no último dia das festividades judaicas de Sucot em Israel. O braço armado do Hamas assumiu a responsabilidade pelo ataque, afirmando que milhares de projéteis foram lançados.

Muitos países, incluindo os Estados Unidos, condenaram a ofensiva do grupo islâmico e reafirmaram seu compromisso com a segurança de Israel. O Brasil, atualmente presidindo o Conselho de Segurança da ONU, anunciou que convocará uma reunião de emergência da organização para abordar a situação na região.

O exército israelense respondeu atacando alvos do Hamas em Gaza e se envolveu em combates em solo israelense contra milicianos infiltrados por terra, mar e ar. O porta-voz do exército israelense relatou que houve um “ataque combinado com a ajuda de parapentes”.

O Hamas alegou ter “capturado vários soldados inimigos” em um vídeo que mostra três homens vestidos como civis. As Brigadas al-Quds, braço militar da Jihad Islâmica Palestina, também afirmaram ter capturado “inúmeros soldados israelenses”.

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