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Prefeituras baianas decretam calamidade financeira e administrativa

Cinco prefeitos eleitos na Bahia em 2024 decretaram calamidade financeira e administrativa: Lauro de Freitas, Jacobina, Juazeiro, Curaçá e Correntina. O Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) investiga irregularidades na transição de governo, e ex-prefeitos poderão ser punidos por improbidade administrativa.

O decreto prevê, entre outras coisas, que a prefeitura suspenda pagamentos e reduza em pelo menos 30% as despesas com cargos comissionados ou em funções de confiança.

Confira a situação de cada cidade:

  • Jacobina: Falta de médicos e insumos nas UBSs, fechamento do Hospital Municipal Antônio Teixeira Sobrinho e sobrecarga na UPA. Prefeita Valdice Castro decretou calamidade na Saúde por 180 dias para contratações emergenciais;
  • Juazeiro: Prefeito Andrei Gonçalves decretou calamidade financeira por 30 dias devido a dívidas acima de R$ 300 milhões;
  • Curaçá: Prefeito Murilo Bonfim apontou ausência de transição e desaparecimento de documentos;
  • Correntina: Prefeito Mariano Correntina relatou sucateamento da frota e precariedade dos órgãos públicos;
  • Lauro de Freitas: Prefeita Débora Regis decretou calamidade por 90 dias, com dívidas superiores a R$ 150 milhões e salários de dezembro atrasados. Medidas incluem redução de despesas e parcelamento de salários.

Em defesa, os ex-gestores alegam dívidas herdadas ou contestam os decretos das novas gestões.

 

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