A família de Luís Guilherme Dantas, jovem de 17 anos, empurrado de um viaduto durante um assalto, denuncia negligência no atendimento médico. O caso acorreu na madrugada de quinta-feira (20), no bairro do Imbuí.
A mãe de Guilherme afirma que o Samu deveria ter levado o filho diretamente para o Hospital Geral do Estado, referência em traumas, e não para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), como ocorreu. O jovem morreu 4h depois por parada cardiorrespiratória.
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, Luís chegou com sinais vitais estáveis, por isso, foi encaminhado para avaliações complementares na UPA. Entretanto, ele teve uma piora rápida.
O caso é investigado pela 2ª Delegacia Territorial (DT/Liberdade), como latrocínio. A SMS pasta lamentou a morte e disse que abriu um processo administrativo para apurar os protocolos operacionais e a conduta médica adotada no caso.






