O ministro Alexandre de Moraes, do STF, autorizou a transferência do deputado federal Chiquinho Brazão para prisão domiciliar, alegando alto risco de mal súbito, conforme relatório médico. O parlamentar é acusado de ser um dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco, em 2018.
Chiquinho está preso desde março de 2024, na Penitenciária de Campo Grande (MS), e terá que cumprir medidas restritivas como uso de tornozeleira eletrônica, proibição de redes sociais e contato com investigados.
Ele também responde a um processo de cassação de mandato, ainda pendente de votação no plenário da Câmara.









