A taxa de desemprego no Brasil subiu para 7% no primeiro trimestre de 2025, segundo o IBGE. O índice estava em 6,2% nos últimos três meses de 2024. Apesar da alta, o número ainda é o menor para um primeiro trimestre desde o início da série histórica da Pnad Contínua, iniciada em 2012.
O aumento é atribuído à movimentação sazonal, com mais pessoas buscando recolocação após o fim de contratos temporários. O total de desempregados é de 7,7 milhões de pessoas, crescimento de 13,1% em relação ao trimestre anterior. Já a população ocupada caiu 1,3%, totalizando 102,5 milhões.
O número de trabalhadores com carteira assinada permaneceu estável em 39,4 milhões. No setor privado, os sem carteira caíram 5,3%. O IBGE avalia que o desempenho do emprego formal segue sendo um ponto de resiliência da economia.
A geração de emprego tem impulsionado o consumo, motor do PIB. Entretanto, o Banco Central mantém a Selic elevada (atualmente em 14,25%) para controlar a inflação. A expectativa do mercado é que a taxa chegue a 15% até o fim do ano.








