Condenado a mais de 8 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro, o ex-presidente Fernando Collor de Mello foi autorizado a cumprir a pena em regime domiciliar. A decisão foi assinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após recomendação da Procuradoria-Geral da República (PGR).
A defesa apresentou laudos médicos que atestam que Collor, de 74 anos, sofre de Parkinson, transtorno bipolar, apneia do sono e outros problemas de saúde. Diante do quadro clínico, Moraes entendeu que o ex-presidente não tem condições de permanecer no sistema prisional comum.
Collor está preso desde 25 de abril. A condenação, proferida em 2023, se refere a um esquema de corrupção na BR Distribuidora entre 2010 e 2014, no qual ele teria recebido mais de R$ 20 milhões em propina, segundo as investigações da Operação Lava Jato.








