A Primeira Turma do STF tornou réus mais sete investigados por envolvimento na chamada “Abin Paralela”, braço da trama golpista durante o governo Bolsonaro.
Os réus, majoritariamente militares e um policial federal, são acusados de espalhar desinformação sobre o sistema eleitoral e realizar ataques virtuais a instituições usando estrutura da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). São eles: Com a decisão, viraram réus os seguintes denunciados
- Ailton Gonçalves Moraes Barros (major da reserva do Exército);
- Ângelo Martins Denicoli (major da reserva do Exército);
- Giancarlo Gomes Rodrigues (subtenente do Exército);
- Guilherme Marques de Almeida (tenente-coronel do Exército);
- Reginaldo Vieira de Abreu (coronel do Exército);
- Marcelo Araújo Bormevet (policial federal);
- Carlos Cesar Moretzsohn Rocha (presidente do Instituto Voto Legal)
Segundo o relator do caso, Alexandre de Moraes, o grupo atuou em consonância com os discursos de Bolsonaro e tentou coagir autoridades militares que se recusaram a aderir ao golpe. Eles vão responder por crimes como organização criminosa, golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito.
Com isso, já são 21 réus no processo, e as penas somadas podem ultrapassar 30 anos de prisão.








