O ginecologista Elziro Gonçalves de Oliveira, de 71 anos, foi absolvido pelo Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia (Cremeb) no primeiro dos quatro processos ético-profissionais que enfrenta após denúncias de abuso sexual feitas por 16 pacientes em Salvador.
A decisão, unânime, foi tomada em 30 de abril pela 4ª Câmara do Tribunal de Ética do Cremeb, mas ainda cabe recurso do Conselho Federal de Medicina (CFM).
O médico está afastado desde abril de 2024 por determinação da Justiça. Ele também responde a processos no Ministério Público da Bahia, que já o indiciou por importunação sexual em seis casos. Das 16 investigações abertas, sete prescreveram.
As denúncias contra o médico incluem toques inapropriados e perguntas de cunho sexual durante consultas ginecológicas. A defesa do médico afirmou que não irá se manifestar até o fim do processo, reforçando o direito ao contraditório e à presunção de inocência. As demais ações éticas seguem em tramitação.








