Clientes de bancos com contas globais e plataformas de câmbio foram alertados sobre o fim da alíquota reduzida do IOF, que subiria de 1,1% para 3,5% em operações internacionais. A mudança, que afetaria cartões internacionais, remessas, empréstimos e investimentos no exterior, visava aumentar a arrecadação para alcançar o déficit zero em 2025.
Entretanto, após forte reação do mercado, o Ministério da Fazenda voltou atrás em menos de seis horas e anunciou, nas redes sociais, a manutenção da alíquota zero para investimentos de fundos nacionais no exterior.
O governo classificou o recuo como um ajuste feito com equilíbrio e diálogo.





