O prefeito Toca Serra (PCdoB), de Pedro do Rosário, no Maranhão, comunicou ao sindicato dos trabalhadores municipais que não pagará os valores retroativos de promoções, progressões e quinquênios de professores e agentes educacionais.
Ele justificou a decisão atribuindo a crise financeira da prefeitura ao impacto das tarifas de 50% impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, que, segundo ele, afetariam a arrecadação do município.
Porém, dados do Monitor do Comércio Exterior Brasileiro indicam que Pedro do Rosário não exportou nada em 2025, contradizendo a justificativa do prefeito.
O sindicato reagiu com uma nota pública, afirmando que a crise decorre de má gestão, falta de transparência e desrespeito aos direitos trabalhistas. O vice-presidente Ismael Meireles destacou que os retroativos são direitos garantidos por lei municipal desde 2023.









