O empresário Marcelo Batista, investigado pelo desaparecimento e morte dos jovens Paulo Daniel Pereira Gentil do Nascimento e Matusalém Silva Muniz, foi flagrado ao tentar subornar policiais penais dentro da Cadeia Pública de Salvador, na tarde de terça-feira (14).
De acordo com informações, Marcelo teria oferecido cerca de R$ 5 mil aos agentes em troca de benefícios dentro do presídio. Ele também teria pedido para integrar a equipe de internos que realizam atividades laborais.
O policial recusou a proposta e comunicou a Coordenação de Segurança, que acionou a direção da unidade. Durante o trajeto para prestar esclarecimentos, Marcelo tentou subornar outro servidor.
A Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap) confirmou o caso em nota e informou que o interno foi encaminhado à Central de Flagrantes, onde prestou depoimento. Depois, ele foi reconduzido ao Complexo da Mata Escura, e um procedimento disciplinar foi aberto.
Marcelo Batista é dono do ferro-velho onde Paulo Daniel Pereira Gentil do Nascimento e Matusalém Silva Muniz trabalhavam antes de desaparecerem, em novembro de 2024. Ele foi preso em agosto deste ano, em Pirajá








