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Policial morto em megaoperação no Rio havia tomado posse há 40 dias

O policial civil Rodrigo Velloso Cabral, de 34 anos, morto durante a megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha, na zona norte do Rio de Janeiro, havia tomado posse há apenas 40 dias. Lotado na 39ª Delegacia (Pavuna), ele foi atingido por um tiro na nuca durante confronto com criminosos do Comando Vermelho (CV).

Outro agente também morreu: Marcus Vinicius Cardoso de Carvalho, conhecido como Máskara, chefe da 53ª DP (Mesquita) e muito respeitado na corporação. Além dele, Cleiton Searafim Gonçalves e Herbert, policiais do Bope.

A ofensiva, que contou com 2,5 mil agentes, foi deflagrada para cumprir mandados de prisão contra integrantes do CV. Até a última atualização, 64 pessoas haviam morrido, entre elas, 4 policiais civis e militares. Mais de 20 pessoas ficaram feridas e 81 foram presas, nesta megaoperação, que já é considerada a mais letal do Rio de Janeiro.

Entre os mortos, estão dois traficantes baianos, um deles, o traficante Júlio Souza Silva, de 26 anos, ligado ao Comando Vermelho (CV). 

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