O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, declarou nesta quarta-feira (5) que as operações contra facções criminosas continuarão no estado. A afirmação foi feita após a “Operação Freedom”, realizada na terça-feira (4), que resultou na prisão de 38 suspeitos em Salvador, cidades do interior da Bahia e no Ceará.
Um homem morreu em confronto com a polícia e a baixa letalidade da operação foi destacada pelo governador. Entre os alvos presos, estava Luís Lázaro Santana Alves, chefe da facção no bairro da Liberdade, preso no Ceará junto com a companheira, suspeita de lavagem de dinheiro do tráfico.
Rodrigues afirmou que a operação foi planejada durante um ano pelos serviços de inteligência, sem interferência política, e destacou a importância de ações coordenadas entre estados.
“Eu não interfiro no formato e na inteligência. A operação de ontem foi construída durante um ano através da rede de inteligência e ontem vimos o que significa fazer uma ação de forma correta”, disse em entrevista à TV Bahia.
O governador também comentou sobre os conflitos por terras indígenas na Bahia, afirmando que a solução definitiva depende da demarcação das áreas, o que evitaria disputas e permitiria investimentos e segurança jurídica. Atualmente, a Bahia conta com 31 terras indígenas reconhecidas.





