O coronel Lucas Palma, comandante do Comando de Policiamento do Recôncavo da Bahia, afirmou que o uso de fuzis 7.62 por facções criminosas elevou os confrontos na região a um “nível de guerra”.
“Eles estão utilizando fuzis 762, isso é uma coisa que leva a ação a um nível de guerra. Antes a polícia trabalhava com revólver 38 e hoje estamos necessariamente trabalhando com fuzil, porque o crime está usando fuzil para nos atacar e atacar a sociedade”, afirmou o comandante.
Desde o início da semana, as trocas de tiros obrigaram a Polícia Militar e Civil a reforçar o policiamento em Muritiba, São Félix e Cachoeira. Nos quatro dias de operação, nove suspeitos foram mortos e cinco presos. Cerca de 200 agentes participaram das ações, incluindo do Grupamento Aéreo.
O secretário de Segurança Pública, Marcelo Werner, ressaltou que os líderes das facções estão no Rio de Janeiro, coordenando ataques à distância.





