O cirurgião-geral baiano Gabriel Almeida, alvo da “Operação Slim” da Polícia Federal, já havia sido penalizado pelo Conselho Regional de Medicina da Bahia (Cremeb), este ano, por infrações éticas.
O Cremeb informou que Gabriel infringiu os artigos 11, 21, 80 e 87 do Código de Ética Médica, incluindo emissão de laudos sem número de registro, não obter consentimento do paciente, expedir documentos sem justificativa e não elaborar prontuários legíveis.
O médico é acusado de integrar uma quadrilha que fabricava ilegalmente o medicamento Mounjaro. De acordo com as investigações, o esquema envolvia clínicas em bairros nobres, laboratórios irregulares em São Paulo e até uma ilha milionária na Baía de Todos os Santos, usada para treinamentos de médicos de todo o país, ele ensinava como os médicos deveriam usar o Mounjaro ilegal em pacientes e também como vende-los.








