A família de Rhianna, mulher trans morta com um golpe de “mata-leão” dentro de um carro de aplicativo, em Luís Eduardo Magalhães, pediu Justiça nas redes sociais.
“Quem a conhecia sabia do amor e cuidado que ela tinha com todos ao seu redor. Eu te amo. Eu quero Justiça, quero que esse maldito pague por tudo”, lamentou um familiar.
O suspeito, um motorista de aplicativo de 19 anos, levou o corpo da vítima à delegacia após o crime e foi liberado por ter se apresentado espontaneamente e confessado o homicídi. Segundo a Polícia Civil, o caso é investigado como feminicídio.
Outras pessoas próximas da vítima também se manifestaram pedindo que o suspeito fosse responsabilizado. “Levaram [ela] a troco de nada. Eu aposto que aquele inútil está vendo minhas postagens no sofá da sua casa e rindo”, se revoltou a familiar da vítima.
Rhianna, que morava em Barreiras, foi morta após uma discussão com o suspeito, que alegou legítima defesa. O Ministério Público do Estado da Bahia (MPBA) acompanha as investigações e deve requisitar informações para adotar as providências cabíveis.








