O delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel, informou que um dos adolescentes identificados no espancamento do cão Orelha teve a internação no sistema socioeducativo solicitada por já ter cometido outras infrações graves.
Além do ataque ao animal, registrado em 4 de janeiro, o menor teria ofendido um porteiro e invadido um quiosque para furtar bebidas no dia 11. Apesar da participação de quatro adolescentes no crime, apenas esse jovem teve a medida pedida, com base em um recurso previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que permite a internação em casos de reiteração infracional.
A defesa apresentou um vídeo do cão ainda vivo, mas a polícia afirmou que as imagens não contradizem a investigação.








