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PM e monitor de ressocialização são presos por morte de advogada na Bahia

A Polícia Civil prendeu, nesta terça-feira (4), um policial militar e um monitor de ressocialização suspeitos de participação no assassinato da advogada Cláudia Félix de Oliveira, de 51 anos. O crime aconteceu na madrugada do dia 25 de julho, dentro da residência da vítima, no município de Itororó, no sul da Bahia.

Segundo as investigações, os dois presos teriam atuado com outros dois comparsas a mando de um homem de 20 anos. A principal linha de investigação aponta que o homicídio foi motivado por uma dívida contraída por um sobrinho da advogada.

A Polícia Civil informou ainda que o grupo monitorou a rotina da vítima nos dias que antecederam o crime. Imagens de câmeras de segurança registraram parte da movimentação dos suspeitos.

O monitor de ressocialização foi preso em Lauro de Freitas, enquanto saía do trabalho no conjunto penal da cidade. Com ele, foram apreendidos uma pistola, carregadores e munições. Já em imóveis ligados ao investigado, em Dias d’Ávila, a polícia encontrou armas de airsoft, um colete tático, rádios comunicadores, munições e documentos que serão analisados durante a investigação.

O policial militar também teve a prisão preventiva cumprida, mas o local onde ele foi preso não foi divulgado.

Durante as investigações, a polícia identificou e apreendeu dois veículos usados no crime. Um deles circulava com placa adulterada. Também foi constatado que familiares da vítima vinham sofrendo ameaças e já haviam registrado um boletim de ocorrência por extorsão antes do assassinato.

As investigações continuam para localizar os outros envolvidos e esclarecer todos os detalhes da execução da advogada.

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