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PF abre inquérito para apurar suposto racismo no caso da passageira da Gol

A Polícia Federal instaurou, neste domingo (30), inquérito policial para apurar a eventual existência do crime de racismo durante os procedimentos da retirada compulsória de passageira do Voo Gol 1575, na sexta-feira (28), no Aeroporto Internacional de Salvador.

A investigação foi instaurada na Superintendência Regional da Polícia Federal na Bahia e permanecerá em sigilo até a completa elucidação dos fatos. No sábado (29), a PF informou que foi acionada no momento da ocorrência pela Gol, para efetuar o desembarque de passageira que não teria acatado às ordens do comandante, referentes à segurança de acomodação de bagagens.

A PF ressaltou que, de acordo com a Lei nº 7.565, de 19 de dezembro de 1986, o comandante exerce autoridade desde o momento em que se apresenta para o voo até o momento em que entrega a aeronave, tendo autonomia para solicitar apoio da Polícia Federal.

Na ocasião do suposto crime, uma passageira, identificada como Samantha Vitena, foi retirada da aeronave que faria o voo com destino a São Paulo, após conflito na hora de guardar a sua mochila.

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