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Caso Sara Freitas: penas ultrapassam 95 anos de prisão

O Tribunal do Júri de Dias D’Ávila condenou, nesta quarta-feira (25), três acusados pela morte da cantora gospel Sara Freitas, assassinada em outubro de 2023. Foram condenados Ederlan Santos Mariano, Weslen Pablo Correia de Jesus e Victor Gabriel Oliveira Neves por feminicídio qualificado, além de ocultação de cadáver e associação criminosa.

As penas foram fixadas em 34 anos e cinco meses de prisão para Ederlan, 33 anos e dois meses para Victor Gabriel e 28 anos e seis meses para Weslen, que teve redução por ter confessado o crime. O Ministério Público da Bahia sustentou que o assassinato foi cometido mediante promessa de recompensa, com uso de meio cruel e sem chance de defesa para a vítima.

Segundo as investigações, Sara foi atraída com a falsa promessa de participar de um evento religioso, mas acabou sendo vítima de uma emboscada. Ela foi morta com 22 golpes de faca e teve o corpo ocultado e queimado.

De acordo com a acusação, o crime foi planejado e executado de forma organizada, com divisão de tarefas. O viúvo da cantora, Ederlan, foi apontado como mentor do assassinato. Um quarto envolvido já havia sido condenado anteriormente.

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