Desde o início de julho, os bancos devem checar com a Receita Federal se os dados das chaves Pix estão regulares para reforçar a segurança e evitar fraudes com CPFs ou CNPJs inválidos.
Além disso, chaves de usuários com documentos “suspensos”, “cancelados” ou de pessoas falecidas estão sendo excluídas automaticamente.
Outra mudança é que chaves aleatórias não poderão mais ser alteradas e e-mails não poderão trocar de titular. A única exceção continua sendo as chaves vinculadas a números de celular, que ainda podem ser transferidas, considerando a frequência com que usuários mudam de número.
Vale lembrar que ter dívidas (nome sujo) não interfere no uso do Pix.








