A Justiça revogou a prisão e concedeu alvará de soltura ao policial militar Marcelo Durão e ao seu primo Clóvis Durão, acusados de envolvimento nas mortes de Paulo Daniel Pereira Gentil do Nascimento e Matusalém Silva Muniz. Funcionários de um ferro-velho localizado em Paripe, os dois desapareceram no dia 4 de novembro.
A decisão, publicada em 25 de fevereiro, considerou que ambos possuem endereço fixo e não demonstram intenção de fuga. Entretanto, apesar da liberdade provisória, eles serão monitorados eletronicamente e estão proibidos de frequentar bares ou sair de Salvador sem autorização judicial.
O caso envolve ainda o dono do ferro-velho, Marcelo Batista da Silva, que segue foragido, e o gerente Wellington de Oliveira Barbosa, que cumpre prisão domiciliar. As investigações continuam para esclarecer o crime e localizar Marcelo Batista.









