Uma clínica de estética localizada na Pituba, em Salvador, foi condenada a pagar R$ 10 mil de indenização a uma biomédica por assédio moral e discriminação estética. A clínica ainda pode recorrer.
No processo, a profissional relata ter sido chamada de “gorda” de forma pejorativa, obrigada a usar roupas pretas para parecer mais magra e coagida a pedir demissão após sucessivos episódios de humilhação diante de colegas e clientes.
Segundo a Justiça do Trabalho, a empresa não compareceu à audiência, sendo condenada por revelia, situação em que os fatos apresentados pela trabalhadora são considerados verdadeiros na ausência de defesa.
A juíza considerou o pedido de demissão nulo e determinou a indenização, reconhecendo como uma dispensa sem justa causa. A clínica recorreu da sentença, que foi mantida pelo Tribunal por unanimidade.








