A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou, na noite desta quarta-feira (13), suas alegações finais no processo do Supremo Tribunal Federal (STF), que investiga sua participação em uma tentativa de golpe de Estado.
Os advogados negam as acusações da Procuradoria Geral da República (PGR), pedem absolvição e contestam a delação premiada de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente. Bolsonaro está desde o dia 4 de agosto em prisão domiciliar.
O julgamento do chamado núcleo 1, que inclui Bolsonaro e seis aliados, deve ocorrer em setembro. Os réus respondem por organização criminosa armada, tentativa de abolição do Estado Democrático, golpe de Estado, grave ameaça e outros crimes, com penas que podem ultrapassar 30 anos.








