Uma funcionária de um restaurante no bairro da Graça, em Salvador, foi demitida por justa causa após apresentar sete atestados médicos, sendo seis falsificados. Mesmo grávida, a Justiça do Trabalho reconheceu a demissão.
De acordo com o processo, em 2022, a funcionária apresentou um atestado com erro no nome do médico, o que levantou suspeitas. A empresa verificou com a UPA da San Martin e descobriu que o médico não trabalhava lá e que a funcionária nunca havia sido atendida. Dos sete atestados enviados, apenas um era verdadeiro.
A mulher teve todos os pedidos negados, como verbas rescisórias e indenização pela estabilidade gestacional. O TRT-BA entendeu que a estabilidade da gestação não se aplica em casos de improbidade.
Além disso, ela foi condenada a pagar honorários advocatícios, mas a cobrança está suspensa por justiça gratuita.








