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Justiça nega pedido de habeas corpus a Nego Di

A Justiça do Rio Grande do Sul negou o pedido de habeas corpus feito pela defesa do influenciador Nego Di, nessa terça-feira (16). O ex-BBB está preso há três dias, por suspeita de estelionato, lavagem de dinheiro, fraude tributária e rifa eletrônica.

Segundo as investigações, Nego Di e seu sócio, Anderson Boneti, são suspeitos de lesar pelo menos 370 pessoas, com vendas falsas de produtos por meio de uma loja virtual de nome “Tadizuera”. Os valores do golpe somam R$ 5 milhões..

De acordo com a Polícia Civil do Rio Grande do Sul, Nego Di utilizou sua popularidade nas redes sociais para atrair e enganar as vítimas.

“Essa fraude foi utilizada a partir do seu conhecimento e influência nas redes sociais. Ele se utilizou disso para atrair as vítimas”, afirmou o delegado Cristiano Reschke, diretor da 2ª Delegacia de Polícia Regional Metropolitana de Canoas.

A prisão preventiva foi decretada na sexta-feira (12) e executada no domingo (14), em Santa Catarina. Até o momento, 17 ocorrências foram registradas.

O sócio de Nego Di está foragido; ele já havia sido preso em 2022 na Paraíba, também pelo crime de estelionato.

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