Pauta das 7

Lula assina acordo para criação de Parque Aeroespacial em Salvador

Foto: reprodução

O presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) assinou, nesta quinta-feira (18), o acordo que formaliza a criação do Parque Tecnológico Aeroespacial da Bahia. Lula chegou à sede do Senai Cimatec, em Salvador, às 10h30.

No evento, foi assinado o primeiro contrato entre o futuro Parque Tecnológico Aeroespacial e uma empresa internacional de tecnologia para o desenvolvimento de tecnologia de sistema de pouso autônomo de equipamentos não tripulados (drones), por meio do uso de inteligência artificial.

O novo equipamento é parte das ações do governo federal de retomada do desenvolvimento tecnológico nacional. Segundo o Planalto, o parque representa o ingresso do Brasil no mercado aeroespacial, setor que movimentou, em 2023, US$ 807,7 bilhões, valor que poderá chegar a US$ 1,4 trilhão até 2032.

Em seu discurso, o presidente ressaltou a importância dos investimentos na região Nordeste. “Inaugurar um parque como tecnológico como esse não é uma coisa qualquer. É preciso entender que a gente foi colocado no mundo para peitar”, destacou Lula.

Além de Lula, estiveram presentes no evento, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, o governador Jerônimo Rodrigues e a primeira-dama Tathiana Veloso, Leoni Andrade, diretor-geral do Senai Cimatec, Carlos Henrique Passos, presidente Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), Ricardo Alban, presidente Confederação Nacional da Indústria (CNI) e Marcelo Damasceno, comandante da Aeronáutica.

Conheça o projeto:

Vídeo: reprodução/Senai

O Parque Tecnológico Aeroespacial da Bahia será instalado na base aérea de Salvador, em uma área total de 893 mil metros quadrados, cedido pelo governo federal. Ele será liderado pelo Cimatec, que aplicará a expertise em biosseguranca, alegórica para ambientes extremos (campos de petróleo, por exemplo), robótica autônoma, inteligência artificial, nanossatélite e conectividade.

O projeto prevê parcerias com empresas e investimento em pesquisas nas áreas de mobilidade aérea avançada, aeronáutica, defesa e espaço. A proposta está em consonância com um mercado global em grande crescimento, que movimenta cerca de 800 bilhões de dólares por ano.

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