

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (22), a Operação Sequaz, que investiga ataques contra servidores e autoridades do governo. O ex-juiz e senador Sérgio Moro (União Brasil) era um dos alvos de uma organização criminosa, que pretendia matar e sequestrar agentes públicos.
Vinte e quatro mandados de busca e apreensão, sete mandados de prisão preventiva e quatro mandados de prisão temporária estão sendo cumpridos por cerca de 120 policiais federais, no Mato Grosso do Sul, Rondônia, São Paulo e Paraná.
De acordo com informações, a facção criminosa envolvida nos ataques seria o PCC. O envolvimento tem relação com uma determinação de Sérgio Moro, então ministro da Segurança Pública, de transferir o chefe da facção, Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, e outros integrantes para presídios de segurança máxima.
As investigações apontam que os ataques vinham sendo planejados desde 2022. Um portaria do governo federal que restringiu visitas íntimas nos presídios federais também está entre os motivos dos planos de retaliação contra Moro.
O senador se manifestou pela manhã em suas redes sociais: “Sobre os planos de retaliação do PCC contra minha pessoa, minha família e outros agentes públicos, farei um pronunciamento à tarde na tribuna do senado. Por ora, agradeço a PF, PM/PR, Polícias legislativas do Senado e da Câmara, PM/SP, MPE/SP, e aos seus dirigentes pelo apoio e trabalho realizado”, disse.








