O Superior Tribunal de Justiça (STJ) concedeu, na terça-feira (11), habeas corpus aos pastores Fernando Aparecido da Silva e Joel Miranda, condenados a 21 anos de prisão pelo assassinato do adolescente Lucas Terra, em 2001. A decisão, resultado de um empate entre os ministros, foi criticada pela família da vítima, que teme a anulação da condenação.
A mãe de Lucas, Marion Terra, expressou frustração, enquanto o irmão, Terra Júnior, denunciou “contorcionismo político” para manter os réus livres. Desde a condenação em 2023, a defesa tem recorrido para adiar a prisão.
Lucas, de 14 anos, foi queimado vivo após, segundo investigações, flagrar os pastores em ato sexual. O caso segue no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), que julgará o recurso de apelação.









