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Polêmico uso de ‘bebês reborn’ vira alvo de projetos de lei

O uso de bonecas hiper-realistas, os chamados “bebês reborn”, voltou aos holofotes após uma influenciadora simular um parto completo nas redes sociais. O caso reacendeu debates públicos e já motivou a apresentação de diversos projetos de lei em câmaras municipais, assembleias estaduais e no Congresso Nacional.

Entre as propostas, se destacam a criação de programas de acolhimento psicossocial pelo SUS (projeto da deputada federal Rosângela Moro), punições para quem tentar obter benefícios públicos com as bonecas (projeto do deputado Zacharias Calil), além de proibições em estados como Alagoas, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

O deputado Rodrigo Amorim (RJ), por exemplo, propõe desde programa de saúde mental até a exigência de etiquetas de identificação nas bonecas. Já o deputado Cabo Bebeto (AL) chamou o fenômeno de “distopia generalizada”, ao propor multa para uso de serviços públicos com as bonecas.

As iniciativas dividem opiniões e reacendem o debate sobre os limites entre afeto, saúde mental e o uso de recursos públicos.

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