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policial penal acusado de cobrar propinas de detentos e alvo de operacao em salvador widelg

Policial penal é afastado por cobrar propina de detentos

O policial penal Francisco Carlos da Cunha foi afastado, após investigações apontarem que ele cobrava propina para detentos da Casa do Albergado e Egresso (CAE), em Salvador, passarem noites fora da unidade. Um mandado de busca e apreensão foi cumprido na casa do agente.

Segundo as apurações, era cobrado entre R$ 20 e R$ 70. O esquema, que envolvia adulteração de registros; o agente inseria assinaturas retroativas no livro de presença dos detentos, mascarando suas ausências. A conduta foi descoberta na ‘Operação Falta Grave’, que teve a segunda fase deflagrada nas primeiras horas desta segunda-feira (31).

O Ministério Público da Bahia (MP-BA) denunciou o agente pelos crimes de corrupção passiva e associação criminosa. A Justiça acatou o pedido e determinou o afastamento do policial. Outros servidores também já foram denunciados nesse esquema, que era amplamente conhecido dentro da unidade prisional

O objetivo da operação é reunir provas que auxiliem na identificação de outros envolvidos no esquema criminoso, bem como compreender seu modus operandi e outros possíveis crimes. A operação é conduzida pela Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap), através do Grupamento Especializado em Operações Prisionais (GEOP), em atuação conjunta com o Ministério Público da Bahia (MPBA). O Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais (Gaeco) e o Grupo de Atuação Especial de Execução Penal (Gaep) coordenam as investigações, com o apoio da Polícia Militar, por meio do Batalhão de Policiamento de Prevenção a Furtos e Roubos de Veículos (BPFRV).

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